Musk Contesta Veredito e Alega ‘Zombaria’ do Júri
A ‘Piada Numérica’ do Júri com o Valor US$ 4,20
O cerne da contestação de Elon Musk ao veredicto de fraude contra investidores do Twitter reside na forma peculiar como o júri preencheu o formulário. Segundo a defesa, os jurados registraram o valor de “US$ 4,20” em tinta azul brilhante, contrastando nitidamente com todas as demais informações, que foram anotadas em tinta preta.
Para o advogado Alex Spiro, representante de Musk, essa diferença de cor não foi aleatória, mas sim uma “piada numérica” intencional. Ele alega que o júri agiu de forma deliberada para “enviar uma mensagem” e “zombar” de seu cliente, em vez de focar exclusivamente em um veredicto justo e imparcial.
A gravidade da acusação se baseia na conhecida associação do número 420 com a cultura da maconha, uma referência que Elon Musk frequentemente incorpora em suas atividades públicas e transações comerciais. Essa escolha numérica específica, destacada visualmente, levanta sérias dúvidas sobre a imparcialidade do veredicto proferido em 20 de março e a integridade do processo judicial.
Histórico de Uso do Número 420 por Musk
A alegação de que a menção a “4,20” seria uma zombaria ganha contexto ao considerar o histórico de Elon Musk com esse número. O empresário frequentemente o menciona em entrevistas e publicações na plataforma X (antigo Twitter), incorporando a referência em diversas de suas transações comerciais.
Entre os exemplos mais notáveis, durante o processo de aquisição do Twitter por US$ 44 bilhões, Musk avaliou cada ação da empresa em US$ 54,20. Na Tesla, sua montadora de carros elétricos, ele também utilizou a referência ao reduzir o preço do Model S em 2020, estabelecendo o valor final em US$ 69.420.
O uso do número 420 já gerou problemas legais significativos para Musk. Em 2018, ele publicou um tuíte afirmando ter “financiamento garantido” para tornar a Tesla uma empresa privada por US$ 420 por ação. Essa publicação culminou em um processo de fraude civil movido pela Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC), que Musk posteriormente resolveu por meio de um acordo com o órgão regulador.
O Histórico e a Polêmica do Número 420 para Musk
O número 420, amplamente reconhecido por sua associação com a cultura da maconha, tem sido uma referência recorrente nas atividades e comunicações de Elon Musk. O empresário frequentemente menciona essa sequência numérica em entrevistas e publicações na plataforma X (antigo Twitter), incorporando-o em diversas transações e decisões comerciais ao longo dos anos, o que gerou tanto comentários quanto polêmicas.
Entre os exemplos notáveis do uso do 420 em seus empreendimentos, durante o processo de aquisição do Twitter por US$ 44 bilhões, Musk avaliou cada ação da empresa em US$ 54,20. Na Tesla, sua montadora de veículos elétricos, a referência também foi empregada em decisões de precificação; em 2020, por exemplo, o preço do Model S foi reduzido, estabelecendo seu valor final em US$ 69.420.
O histórico de uso do número 420 por Musk não se limita a estas instâncias e já lhe causou problemas legais significativos. Em 2018, ele publicou um tuíte afirmando ter ‘financiamento garantido’ para tornar a Tesla uma empresa privada por US$ 420 por ação. Essa declaração controversa motivou um processo de fraude civil movido pela Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC), que Musk posteriormente resolveu por meio de um acordo com o órgão regulador.
As Implicações do Veredito e o Pedido de Revisão
A Resposta dos Advogados dos Investidores e a Defesa do Júri
Fonte: https://olhardigital.com.br

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